Tambores de guerra ecoam. Mesmo sem ao menos descansar da longa guerra que abalou estruturas e feriu Azeroth (Sargeras e a espada), o chamado tem que ser atendido.
Porém, Yuuko e seus amigos estranham as decisões da Chefe Guerreira. Ela sempre teve pé atrás com Sylvanas, mesmo ela ajudando em um tempo longuínquo os elfos sangrentos.
Ela não sentia confiança. Ela sentia que a cada morte dela, mais longe da humanidade ela se encontrava.
Ao chegar na terra dos Elfos Noturnos e saber que, de uma missão que seria só tomar a terra, seria uma chacina.... ela se irou. Ela não participou e com seus amigos, que também negaram a participação, fizeram de tudo para salvar as vidas inocentes.
Lutou contra devotos de Sylvanas, saiu no soco com Patrulheiras Sombrias e fez o que pode para salvar civis inocentes. Crianças, idosos, mulheres.... Suas mãos cheias de fuligem trabalhavam incessantemente para curar e proteger as vítimas. Com ajuda dos seus amigos, conseguiu tirar uma boa parte, mas vive com a dor de não poder conseguir salvar todo mundo.
Em um momento, acreditou que ia morrer ao ver os olhos penetrantes de Malfurion correndo pelo local. Ela estava com dois bebês em seus braços e ajudando uma moça que agradecia na língua noctiélfica, enquanto pedia ajuda a Luz (que a atendeu prontamente).
O gelo do seu corpo passou pois Malfurion seguiu adiante.
Yuuko teve algumas escoriações e queimaduras pelo corpo. Aquilo era desonroso.
A perseguição vinha com força, dos devotos da chefe guerreira.
"Traidora!" - Diziam muitos que tentavam até mesmo matá-la.
"Antes traidora do que genocida" - gritava esbravejando e lutando pela sua vida.
Ela então, fica ao lado de Saurfang nessa cisão da Horda.



