Em Pandária, onde cada vale parecia esconder uma lição sobre paciência, equilíbrio ou autoconhecimento, havia uma pequena exceção caminhando silenciosamente entre bambuzais, tavernas e ruínas antigas.
Seu "nome" era Ocultinha. Adorava brincar com sua própria aparência fabulosa em seus apelidos.
Gnomida, ladina e oficialmente sem facção, ela havia descoberto que viver fora da eterna disputa entre Horda e Aliança tornava a vida surpreendentemente prática. Os guardas nunca sabiam ao certo se deveriam prendê-la, ajudá-la ou simplesmente fingir que ela não existia. Na dúvida, quase sempre escolhiam a terceira opção. Afinal, era difícil desconfiar de alguém que aparecia usando um conjunto de roupas diferente a cada dois dias e carregava uma confiança tão desproporcional ao próprio tamanho.
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